Etapa de Recife do curso começa nesta segunda

A turma para jornalistas inicia a etapa de Recife do Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres, nesta segunda,13.  A ação direcionada para repórteres, editoras e editores, produtoras e produtores, assessoras e assessores de comunicação e estudantes de jornalismo acontecerá na Universidade Católica de Pernambuco Anfiteatro,  3º andar do bloco G4 (Rua Almeida Cunha, Boa Vista).

Na segunda, as atividades serão das 18 às 22 horas  com o módulos sobre  direito à saúde. A ênfase é na tríplice epidemia (dengue, chikungunya e zika vírus) e o seu impacto no cotidiano das mulheres, sobretudo negras e indígenas. Estas questões estabelecem a necessidade de aprofundar o debate sobre direitos sexuais, direitos reprodutivos e direito à comunicação na esfera da defesa da dignidade humana e o enfrentamento a todas as formas de violência, principalmente a de gênero e o racismo.  A ética na prática da comunicação é outra abordagem no primeiro dia do curso. Na terça-feira, 14, a partir das 14 horas, tem o módulo sobre plataformas digitais e atividades pedagógicas. As atividades serão encerradas às 21 horas.

O curso é uma ação promovida pela ONU Mulheres em acordo de cooperação com a Fundação Ford. A FENAJ  é uma das organizações parceiras retomando uma parceria com a ONU Mulheres que permitiu, em 2011, a realização do curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

Sensibilização

Os conteúdos do Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres se interrelacionam com os propósitos da estratégia global Pacto de Mídia “Dê um passo pela igualdade de gênero”, da ONU Mulheres, que retomam os objetivos da área de preocupação Mulher e Mídia, da Plataforma de Ação de Pequim: aumentar a quantidade de mulheres nos espaços de decisão da mídia e aprimorar a abordagem sobre a temática de gênero, eliminando estereótipos.

Trazem, ainda, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a campanha internacional UNA-SE, cujo lema de 2017 é “Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra as mulheres e as meninas”, e os desafios da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), para enfrentar o racismo e promover os direitos da população negra, contemplada, no Brasil, pelo Marco de Parceria das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2017-2021.

 

 

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