Jornalistas propõem ações para circulação de informação qualificada

Campanhas educativas de enfrentamento à violência de gênero, informações qualificadas sobre o SUS, divulgação da ação “16 dias de ativismo” e serviço voltado para a prevenção da infecção por zika vírus em redes sociais foram ações apresentadas como estratégias de comunicação qualificadas pela turma de jornalistas no Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres. A ação promovida pela ONU Mulheres em projeto de cooperação técnica com a Fundação Ford  prossegue, ainda em Recife, nesta quinta, 16 com a turma para comunicadoras, comunicadores e ativistas.

O segundo dia do curso, turma jornalistas, encerrado ontem, 14, começou com os debates sobre mídias digitais e atividades pedagógicas com o uso da ferramenta Google Trend para identificação e avaliação das formas em que os temas abordados nos debates aparecem na plataforma. Análise crítica da mídia foi outra das atividades realizadas.

Coletiva

Na ação para a identificação de fontes que auxiliem a construção de uma comunicação qualificada, a turma recebeu a gerente de projetos da ONU Mulheres, Carolina Ferracini. Ela apresentou as ações da agência na prevenção e apoio às mulheres para o exercício do direito à saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos.

Carolina Ferracini conversou com participantes sobre ações da ONU Mulheres

De acordo com Carolina Ferracini, a ONU Mulheres é uma instância que permite o diálogo entre diversos agentes- sociedade civil, representantes de governo e outros organismos internacionais. Este diálogo permite ações de enfrentamento às diversas formas de desigualdade, sobretudo as que atingem mulheres negras e indígenas. Entre as ações estão campanhas como a denominada “16 dias de ativismo”, realizada em novembro, e que dá ênfase à prevenção e combate da violência contra mulheres e meninas.

O Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres, turma jornalistas, conta com a parceria da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) e o apoio de sindicatos locais, como o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Pernambuco (Sinjobe). A Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) também foi uma das apoiadoras.

 

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