ONU Mulheres e entidades parceiras inscrevem, até 8/12, para curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres em Fortaleza

Inscrições se estendem até 8 de dezembro pelo blog comunicacaoedireitosdasmulheres.wordpress.com, com limite de 50 pessoas por turma. Curso será ministrado para duas turmas: uma para jornalistas e outra para comunicadoras, comunicadores e ativistas

Faça a sua inscrição: turma Jornalistas – Fortaleza (11 e 12/12/17)

 

ONU Mulheres e entidades parceiras inscrevem, até 8/12, jornalistas para curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres em Fortaleza/planeta 50 50 noticias

Jornalistas de Fortaleza podem se inscrever até 8 de dezembro para o Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres, promovido pela ONU Mulheres e entidades parceiras do campo da comunicação e outras agências das Nações Unidas, com apoio de empresas de comunicação digital. As inscrições começaram nesta terça-feira (28/11) pela internet.

O curso é viabilizado por projeto de cooperação entre a ONU Mulheres e a Fundação Ford, para incentivar a qualificação da cobertura local da imprensa, de plataformas digitais de comunicação livre, veículos de comunicação comunitários e populares sobre a realidade das mulheres infectadas pelo vírus zika e tríplice epidêmica e arboviroses, articulando os direitos sexuais, direitos reprodutivos, prevenção e eliminação da violência contra as mulheres, tomando por base a garantia das mulheres ao direito humano à comunicação e o incentivo ao empoderamento político e econômico.

A iniciativa tem como objetivo preparar jornalistas, profissionais da imprensa e estudantes de Jornalismo para a abordagem das temáticas de gênero, raça e etnia, colaborando para a melhoria do trabalho jornalístico e da produção de conteúdos livres de comunicação, com destaque à saúde e ao enfrentamento à violência contra as mulheres.

Em cada localidade, o curso será realizado para duas turmas distintas em razão das rotinas profissionais e das características das mídias. Aturma jornalistas é voltada para repórteres, editoras e editores, produtoras e produtores, assessoras e assessores de imprensa e estudantes de Jornalismo. Este curso retoma a parceria entre a FENAJ e a ONU Mulheres, iniciada, em 2011, com o curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

As inscrições são totalmente online. Informações mais detalhadas estão disponíveis no blog do curso e eventuais dúvidas poderão ser enviadas para o e-mail: grejornalistas@gmail.com

Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres está estruturado em três módulos, – Mulheres, saúde, acesso aos direitos e os contextos de enfrentamento ao racismo, ao etnocentrismo e à violência em sociedade; Comunicação, ética e os princípios da solidariedade e justiça social na saúde; e Mídias digitais – e duas atividades pedagógicas, uma sobre leitura crítica da mídia e outra de produção de conteúdo por meio da interação com fontes especializadas.

São entidades parceiras do curso: Articulação de ONGs de Mulheres Negras BrasileirasArtigo 19Blogueiras NegrasFENAJIntervozesInstituto Patrícia GalvãoRede Mulher e MídiaRepórteres sem Fronteiras, Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas)OPAS/OMS (Organização Pan-americana e Saúde/Organização Mundial da Saúde). O curso acontece com apoio das ONGs Criola, Kilombo, Mirim e Odara; dos sindicatos de Jornalistas da BahiaCearáMunicípio do Rio de JaneiroPernambuco  e Rio Grande do Norte ; e das instituições de ensino Instituto Federal do Rio Grande do NorteUniversidade Católica de Pernambuco e Universidade Federal do Rio Grande do Norte e das empresas de comunicação digital Google e Twitter.

Sensibilização da mídia para agenda de direitos da ONU – Os conteúdos do Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres se interrelacionam com os propósitos da estratégia global Pacto de Mídia “Dê um passo pela igualdade de gênero”, da ONU Mulheres, que retomam os objetivos da área de preocupação Mulher e Mídia, da Plataforma de Ação de Pequim: aumentar a quantidade de mulheres nos espaços de decisão da mídia e aprimorar a abordagem sobre a temática de gênero, eliminando estereótipos.

Trazem, ainda, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a campanha internacional UNA-SE, cujo lema de 2017 é “Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra as mulheres e as meninas”, e os desafios da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), para enfrentar o racismo e promover os direitos da população negra, contemplada, no Brasil, pelo Marco de Parceria das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2017-2021.

 

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