Curso prossegue em Fortaleza com debate sobre mídias digitais

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Com o módulo sobre plataformas digitais e atividades pedagógicas prossegue hoje, terça, 12, em Fortaleza, o Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres, turma para jornalistas. A ação está acontecendo em edição extra por meio de uma parceria entre a ONU Mulheres, promotora do curso em acordo de cooperação técnica com a Fundação Ford, e o Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce).

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é também uma das instituições parceiras da atividade que aconteceu de outubro a novembro em mais quatro capitais brasileiras: Rio de Janeiro, Natal, Salvador e Recife. Organizações do movimento social, instituições de ensino, empresas de comunicação digital e outras agências das Nações Unidas formam a rede de apoio da iniciativa que tem o objetivo de qualificar a informação sobre o impacto da infecção por zika vírus e outras arboviroses, como dengue e chikungunya, sobre o cotidiano das mulheres, sobretudo as negras e indígenas. Este debate tem como base o direito à saúde, direitos reprodutivos, direitos sexuais e direito à comunicação além de apontar a necessidade do enfrentamento à violência de gênero.

O curso tem como principal objetivo preparar jornalistas para abordar, de forma qualificada, as questões relacionadas a gênero, raça e etnia observando os princípios éticos e aprofundamento que estes temas exigem. A ação retoma uma parceria entre a Fenaj e a ONU Mulheres que em 2011 produziu o curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

Agenda de direitos da ONU – Os conteúdos do Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres se interrelacionam com os propósitos da estratégia global Pacto de Mídia “Dê um passo pela igualdade de gênero”, da ONU Mulheres, que retomam os objetivos da área de preocupação Mulher e Mídia, da Plataforma de Ação de Pequim: aumentar a quantidade de mulheres nos espaços de decisão da mídia e aprimorar a abordagem sobre a temática de gênero, eliminando estereótipos.

Trazem, ainda, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a campanha internacional UNA-SE, cujo lema de 2017 é “Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra as mulheres e as meninas”, e os desafios da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), para enfrentar o racismo e promover os direitos da população negra, contemplada, no Brasil, pelo Marco de Parceria das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2017-2021.

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